Aula Metodologia 1/2014

METODOLOGIA
Por Danielle Denny
danielledenny@hotmail.com
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Visão Global sobre a Pesquisa.
1.1 Conceitos e Definições Preliminares;
1.2. Origem das Investigações Científicas.
1.3. A Mudança de Rumos na Concepção da Pesquisa.
2. A Ciência Jurídica e seu Objeto de Investigação.
3. A Pesquisa na Área do Direito.
3.1. Conceito de Pesquisa Jurídica.
3.2. Classificações dos Tipos de Investigações na Área do Direito.
3.3. Metodologias Aplicadas na Pesquisa Jurídica.
4. Princípios Teórico-Metodológicos da Produção Científica na Área Jurídica.
4.1. Linha da Tecnologia Social Cientifica.
4.2. Linha Metodológica de Sentido Jurisprudencial.
4.3. Linha Crítico-Metodológica.
5. Métodos e Técnicas de Estudos Aplicados à Pesquisa Jurídica.
5.1. Pesquisa Bibliográfica.
5.2. Pesquisa Documental.
5.3. Pesquisa Experimental.
5.4. Pesquisa Ex-Post Facto.
5.5. Estudo de Corte.
5.6. Levantamento.
5.7. Estudo de Campo.
5.8. Estudo de Caso.
5.9. Pesquisa-Ação.
5.10. Pesquisa Participante.
6. Produção e Apresentação de Trabalhos Científicos: A Monografia, a Dissertação e a Tese.
6.1. A Estrutura de Monografias, Dissertações e Teses.
6.2. Normas da ABNT.
7. As Etapas da Pesquisa.
7.1. Organização da Pesquisa.
7.2. Coleta e Tratamento dos Dados.
7.3. Redação do Trabalho Científico.
8. Elaboração de Projeto de Pesquisa Jurídica.
8.1. Escolha do Tema.
8.2. Revisão de Literatura.
8.3. Delimitação do Problema da Pesquisa.
8.4. Geração de Hipóteses.
8.5. Formulação do Objetivo Geral.
8.6. Formulação dos Objetivos Específicos.
8.7. Metodologia/Procedimentos de Coleta de Dados.
8.7.1. Tipos de Pesquisa.
8.7.2. Técnicas de Pesquisa.
8.7.3. Recursos Metodológicos.
8.8. Recursos.
8.9. Cronograma.
8.10. Referências Bibliográficas.
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia jurídica. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
NUNES, Rizzato. Manual de monografia jurídica. São Paulo: Saraiva, 2008.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22ª ed. São Paulo: Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar:
CERVO, Amado L., BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: Pearson, 2006.
ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2000.
HENRIQUES, A.; MEDEIROS, J. B. Monografia no curso de direito: como elaborar o trabalho de conclusão de curso (TCC). 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2007.
SALOMON, D V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
THIOLLENT, M. Metodologia de pesquisa-ação. 15ª ed. São Paulo: Cortez, 2007.
GUIAS E MANUAIS
Guia de normalização da UNIP, disponível no site para download, http://www.unip.br/servicos/biblioteca/guia.aspx
Manual de metodologia de pesquisa, da Cásper Líbero, para produção e formatação do trabalho acadêmico, disponível no site para download, http://www.casperlibero.edu.br/rep_arquivos/2011/08/30/1314730101.pdf
Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos, da UNISINOS, disponível no site para download, http://www.unisinos.br/biblioteca/images/stories/downloads/manual-biblioteca-2013.pdf
RESUMO
A Metodologia é variável, depende da área acadêmica, do tipo de pesquisa e dos objetivos que se pretende alcançar. Em outras palavras, os métodos usados por uma pesquisa na área do Direito é totalmente diferente de uma na área médica, na computação ou na física. Especificamente no âmbito do Direito a metodologia também varia. Eduardo Bittar faz um resumo a respeito:
BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica: teoria e prática da monografia para os cursos de direito. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2013
METODOLOGIA NO ÂMBITO DO DIREITO
 “Os métodos utilizados nas ciências naturais não podem ser os mesmos das ciências humanas; os das ciências humanas descritivas não podem ser os mesmos das ciências humanas normativas, etc (…) quadro sumário (…):
1. lógica jurídica ou lógica do direito: origina-se da lógica formal geral, como parte da filosofia que é, para estudar o raciocínio jurídico e seus meios de formação e expressão, para dizer da validade ou da invalidade, da verdade ou da falsidade dos raciocínios; por possuir elevado grau de abstração, desvincula-s de efeitos práticos de aplicação (leis gerais do raciocínio jurídico, linguagem formal de organização do raciocínio jurídico…).
2. Lógica do raciocínio jurídico, metodologia do raciocínio jurídico, ou lógica e metodologia do raciocínio jurídico: parte da lógica jurídica propriamente dita, que cuida efetivamente da aplicação do raciocínio jurídico e dos reflexos de seu uso na prática quotidiana do discurso jurídico (no convencimento do juiz, no entrechoque de argumentos com a parte adversa…); por possuir maior visão pragmática da empregabilidade do raciocínio jurídico, vincula-se a reflexos e efeitos sobre a prática do discurso jurídico.
3. Metodologia científica: parte da lógica geral para se constituir como ramo específico, voltada que está para a aplicação do discurso científico e os meios e métodos de investigação científica; tratando de investigar o instrumental que está à disposição da ciência para que ela se realize, aborda os diferentes métodos disponíveis para as diversas ciências (humanas e naturais; analíticas ou aplicadas) no sentido de sua construção e seu desenvolvimento.
4. Metodologia da ciência do direito: investiga, com enfoque reflexivo, quais as propostas e teorias que versam sobre o método da ciência do direito; cuida de entender a especificidade do direito e de confrontar as diferenças metodológicas que o separam como fenômeno de estudo dos demais objetos de conhecimento das ciências naturais e humanas.
5. Metodologia do trabalho jurídico: disciplina técnica, voltada às instruções práticas para a formatação e a compreensão da engrenagem de técnicas de organização do trabalho jurídico científico, utilizada como disciplina acessória de cursos de Direito onde se exige como condição de conclusão a apresentação de um trabalho de natureza jurídica.
6. Metodologia da pesquisa jurídica: lastreada na ideia da interdisciplinaridade, unindo enfoques zetéticos (limites éticos e ideológicos da pesquisa…) e dogmáticos (direitos autorais, regras acadêmica e científicas padronizadas…), constitui uma praxiologia reflexiva do tema da pesquisa, em suas diversas repercussões, estudando os meios pelos quais se realiza a pesquisa, permitindo uma conjugação de instrumentos práticos e teóricos a serviço da compreensão da função da ciência e de sua importância na formação do estudante.” (BITTAR, 2013: 48-49)
TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS
INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Pesquisa acadêmica desenvolvida durante a graduação (iniciada antes do 9 semestre). Pode receber financiamento de entidades de fomento a pesquisa ou isenções concedidas pela própria instituição de ensino.
Na UNIP o procedimento é detalhado no link abaixo e há 3 possíveis bolsas às quais são elegíveis projetos de pesquisa previamente analisados e aprovados por um professor.
– Bolsa da UNIP de até 50% do valor da mensalidade
– Bolsa do Santander de 220 reais
– Bolsa do CNPQ de 400 reais
Prazo para inscrição: A cada semestre concurso para começar semestre seguinte (bolsa UNIP/CNPQ) ou anualmente em setembro (bolsa Santander)
Duração 1 ano, com relatório semestral e reembolso de inscrições em eventos acadêmicos.
TCC – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Atividade acadêmica obrigatória para que haja colação de grau universitário. Consiste na elaboração de uma pesquisa acadêmica que não precisa ser inovadora pode ser sistematização de conhecimentos. É uma pesquisa de caráter monográfico ou um estudo exploratório, nomalmente, de abordagem qualitativa. A pesquisa permite ao aluno progredir quanto à abstração de textos diversos, a ponto de trabalhar sua capacidade de síntese e redação. Ao final do processo de redação da pesquisa, o trabalho será encadernado nos formatos padrões dos trabalhos acadêmicos da universidade e será submetido à análise de uma banca normalmente de 2 professores examinadores.
Normalmente o trabalho se divide nos seguintes tópicos:
1.      INTRODUÇÃO
1.1.  – Delimitação do tema
1.2.  – Objetivo da Pesquisa
1.3.  – Justificativa
1.4.  – Metodologia
2.      DESENVOLVIMENTO
2.1.  –         Conceitual – (se necessário pode incluir histórico)
2.2.  –         Descritivo
2.3.  –         Analítico
3.      CONCLUSÃO
3.1.  Não é um resumo do trabalho, mas exposição dos resultados da pesquisa, quais as conclusões obtidas com o estudo. Abertura de possibilidades para novos estudos.
  
MONOGRAFIA
Atividade acadêmica exigida na conclusão de curso, normalmente de pós-graduação lato sensu. É um trabalho acadêmico em que se escreve sobre apenas um tema, de forma bem delimitada, sistematizada e estudada exaustivamente, sob orientação de um professor. Pode ou não ser submetido à análise de uma banca de examinadores.
DISSERTAÇÃO
Também é um trabalho monográfico, mas com o diferencial de ser apresentado como exigência para obtenção do grau de Mestre. É obrigatoriamente submetida à defesa pública e à avaliação de uma banca examinadora formada por 3 professores especialistas (o orientador, um da própria instituição de ensino e um terceiro convidado de fora da universidade em que está sendo defendida a pesquisa).
Cobrada nos cursos de pós-graduação stricto sensu, define-se, portanto por ser uma análise detida, teórica e sistematizada acerca de um determinado tema ou problema, e se materializa pela exposição de ideias de maneira ordenada e fundamentada. Trata-se de um trabalho de pesquisa o mais complexo possível em relação ao tema escolhido, além da revisão de literatura, é preciso dominar o conhecimento do método de pesquisa e informar a metodologia utilizada na pesquisa. Mas ainda não há preocupação em apresentar novidades quanto às descobertas, o pesquisador pode apenas expor novas formas de ver uma realidade já conhecida.
TESE
Diferentemente da dissertação a tese tem de ser uma pesquisa original, nova, constituindo-se em real contribuição para a especialidade sobre a qual trata, e com isso colaborando para o avanço da pesquisa. A defesa de tese é pré-requisito à obtenção do título de Doutor. 
TESE DE LIVRE DOCÊNCIA
A livre docência é o grau acadêmico considerado o mais elevado da carreira universitária e atesta uma condição acadêmica superior para a docência e a pesquisa. Esse grau acadêmico é um título concedido no Brasil por uma Instituição de ensino superior, mediante concurso público aberto, desde 11 de setembro de 1976, apenas para pesquisadores que possuam, no mínimo, título de Doutorado. Ao longo do processo seletivo, o candidato precisará submeter-se a uma prova escrita e didática, bem como deverá desenvolver uma tese monográfica sobre um determinado tema, e defendê-la diante uma banca examinadora.
Também é exigido do livre-docente que demonstre capacidade de produzir linha de pesquisa própria, coerente e continuada, bem como, o exercício da docência nas áreas de graduação e pós-graduação, principalmente, orientando teses de mestrado e/ou doutorado, orientando assim novos pesquisadores e contribuindo dessa forma para o avanço continuado e distribuído da ciência.
A “Livre-docência” difere do título de “Notório-saber” (ou notável saber), que é concedido pelas universidades brasileiras para classificar o professor que não tem o título de doutor, mas é reconhecido e respeitado pelo seu conhecimento. Esse título qualifica o professor para desempenhar a mesma função que um professor com doutorado.
A “Livre-docência” também difere do título de “Honoris causa”, concedido por universidades a pessoas eminentes, que não necessariamente sejam portadoras de um diploma universitário mas que se tenham destacado em determinada área (artes, ciências, filosofia, letras, promoção da paz, de causas humanitárias etc.). Um doutor honoris causa (ou doctor honoris causa) recebe o mesmo tratamento e privilégios que aqueles que obtiveram um doutorado acadêmico de forma convencional.
PROJETO DE PESQUISA
Todos esses tipos de trabalho científico começam com um projeto. O projeto é o esqueleto prévio do que se pretende realizar durante a atividade de pesquisa. Ele explicita os objetivos a serem alcançados com a atividade de pesquisa. Assim, normalmente se subdividem nos seguintes tópicos.
1.      Nome do Projeto (título);
2.      Introdução
2.1.  revisão da literatura,
2.2.  objetivo geral e objetivos específicos e
2.3.  justificativas
3.      Material e métodos
3.1.  descrição detalhada dos métodos da pesquisa, da coleta e análise de dados, da natureza e tamanho da amostra, das características dos sujeitos da pesquisa com os critérios de inclusão e exclusão, da duração do estudo e do local da pesquisa;
4.      Resultados esperados;
4.1.  Os resultados obtidos com a pesquisa, deverão se tornar públicos, sejam favoráveis ou não, se o projeto de pesquisa se converter em algum dos tipos de trabalho acadêmico;
5.      Referências bibliográficas (de acordo com as normas da ABNT, sistematizadas em um manual de consulta facilitada em http://www3.unip.br/servicos/biblioteca/guia.aspx ).
Modelo de Projeto de Pesquisa elaborado pela profa. Sandra Konrad
Anexo sobre métodos e técnicas de pesquisa elaborado pela profa. Sandra Konrad
Recortes do Modelo de Projeto de Pesquisa elaborado pela profa. Sandra Konrad:
Tema:
Sustentam Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, “tema é o assunto que se deseja estudar e pesquisar […]”, é o “objeto que mereça ser investigado cientificamente e tenha condições de ser formulado e delimitado em função da pesquisa […]. Responde à pergunta: O que será explorado?” .
(…) Rizzatto Nunes: “trabalhar em cima de um assunto bastante restrito facilita muito o trabalho de pesquisa e a elaboração do texto […]. Uma boa forma de se ir limitando tema é perguntar ‘por que’ ou lançar mão dos advérbios onde e quando para argüir sobre a época e a abrangência (lugar)”.
Neste mesmo sentido é o entendimento de Maria Augusta de Castilho: “o tema deve ser delimitado no tempo e no espaço, podendo inclusive indicar o quadro geográfico e histórico onde a pesquisa será inserida” .
Ensina Eduardo Bittar que devemos buscar “alcançar o máximo possível de especificidade do objeto de pesquisa. Partindo do grande gênero de conhecimento em direção ao tema de trabalho, procede-se do geral para o particular, do abrangente ao específico […]” .
Objetivos
(…) Para Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi : “está ligado a uma visão global e abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo instrínseco […]. Vincula-se diretamente à própria significação da tese proposta pelo projeto” .
Objetivos Específicos
Segundo Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, “apresentam caráter mais concreto. Têm função intermediária e instrumental,permitindo, de um lado, atingir o objetivo geral e, de outro, aplicá-lo a situações particulares” .
Justificativa
(…)Esclarece Eduardo Bittar que na justificativa o autor do projeto relatará as “ambições da pesquisa […], escolha do título e do tema de abordagem […], importância do tema escolhido (descrição da atualidade, da necessidade, da originalidade e do estado atual da produção científica sobre ele)” .
Problema
Entende Maria Augusta de Castilho que “na formulação do problema é preciso responder às questões: o quê? Como? […]” . Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi sustentam que “ela [a formulação do problema] esclarece a dificuldade específica com a qual se defronta e que se pretende resolver por intermédio da pesquisa” .
Hipóteses
Na lição de Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi, “o ponto básico do tema, individualizado e especificado na formulação do problema, sendo uma dificuldade sentida, compreendida e definida, necessita de uma resposta, ‘provável, suposta e provisória’, isto é, uma hipótese” .
Para Maria Augusta de Castilho, “é uma solução provisória que se propõe para o problema formulado. As hipóteses podem ser consideradas afirmações que serão testadas por meio da análise da evidência dos dados empíricos”. Trata-se de “uma suposição que carece de confirmação […]” .
MÉTODOS CIENTÍFICOS DE PESQUISA: ABORDAGEM
BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica: teoria e prática da monografia para os cursos de direito. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2013
ABORDAGEM
“ O quadro que segue oferece uma síntese das principais características dos métodos mais recorrentes, cuos representantes na históira da filosofia e da ciência mais se destacam (Aristóteles, Platão, Hume, Husserl, Hegel, Marx, Adorno, Habermas…). Nele encontrar-se-ão a definição de método e algumas de suas principais características.
METODO
DEFINIÇÃO
CARACTERÍSTICAS
INDUTIVO
Corresponde à extração discursiva do conhecimento a partir de evidências concretas passíveis de ser generalizadas
Procede do particular para o geral, ressaltando-se a empirira do ponto de partida
DEDUTIVO
Corresponde à extração discursiva do conhecimento a partir de premissas gerais aplicáveis a hipóteses concretas
Procede do geral para o particular
INTUITIVO
Corresponde à apreensão direta e adiscursiva da essência da coisa conhecida por contato sensível.
Retira evidências indemonstráveis imediatamente da coisa conhecida
DIALÉTICO
Corresponde à apreensão discursiva do conhecimento a partir da análise dos opostos e da interposição de elementos diferentes
Procede de modo crítico, apreendendo leis da história concreta, ponderando polaridades opostas, até o alcance da síntese
DIALÓGICO
Corresponde à construção do conhecimento compartilhado, pelo diálogo interdisciplinar
Parte da evidência de que não existe uma verdade estanque, e pondera sobre diversos conhecimentos adquiridos para construir convenções transitórias úteis ao conhecimento e à aplicação.”
(BITTAR, 2013: 34)
MÉTODOS DE PESQUISA: PROCEDIMENTO
Principais tipos de pesquisa nas Ciências Humanas
a) Análise Teórica ou Histórica – São as monografias que desenvolvem estudo teórico, investigando e analisando conceitos em doutrina, jurisprudência ou documentos, buscando traçar um retrato de como um determinado assunto é tratado em um dado momento ou como vem sido desenvolvido o estudo no decorrer do tempo. Tais teorias poderão apoiar uma concepção ou serem utilizadas para negar determinado ponto de vista, com organização coerente de ideias, análise crítica ou comparativa.
b) Análise Teórico-empírica – além da abordagem teórica conceitual haverá uma pesquisa empírica (trabalho de campo). Assim haverá uma análise interpretativa de dados primários, ou seja das informações obtidas no estudo de campo, através de respostas a questionário e ou entrevistas por exemplo.
c) Estudo de Caso – Tipo de monografia que se apoia na análise da metodologia de ação de determinada organização. Portanto, deve-se retratar a situação encontrada e propor solução/mudança no contexto analisado
Eva Maria Lakatos e Marina Marconi sumarizam os diversos procedimentos da seguinte maneira.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
PROCEDIMENTOS
Histórico: A compreensão da função e natureza das instituições, costumes e formas de vida social atuais depende da pesquisa da gênese, origem ou raízes, bem como da investigação de processos, contexto cultural, instituições e acontecimentos que influenciaram a formação, desenvolvimento e mudanças.
Comparativo: a compreensão do comportamento humano pode ser melhor viabilizada pelo estudo comparativo das diferenças e similitudes entre os diferentes povos, grupos e sociedades, objetivando a identificação de semelhanças e explicação de divergências.
Monográfico: partindo do pressuposto de que “[…] qualquer caso que se estude em profundidade pode ser considerado representativo de muitos outros ou até de todos os casos semelhantes”, podemos analisar todos os aspectos e fatores que influenciaram determinadas profissões, indivíduos, instituições, condições, comunidades ou grupos, objetivando a generalização.
Estatístico: “significa redução de fenômenos sociológicos, políticos, econômicos etc. a termos quantitativos e a manipulação estatística, que permite comprovar as relações dos fenômenos entre si e obter generalizações sobre sua natureza, ocorrência ou significado. Fornece uma descrição quantitativa da sociedade, considerada como um todo organizado
Tipológico: modelos ou tipos ideais são criados a partir da análise e comparação de aspectos essenciais de fenômenos sociais
Funcionalista: partindo do pressuposto de que a sociedade é formada por partes componentes, diferenciadas, inter-relacionadas e interdependentes, satisfazendo cada uma das suas funções essenciais da vida social, para entendermos  o todo, temos que compreender as funções de cada parte ou unidade, como integrantes de um sistema organizado de atividades.
Estruturalista: parte da investigação de um fenômeno concreto, eleva-se a seguir, ao nível abstrato, por intermédio da constituição de um modelo que represente o objeto de estudo, retornando, por fim, ao concreto, dessa vez como uma realidade estruturada e relacionada com a experiência do sujeito social.
(LAKATOS, 2011: 91-96).
TÉCNICAS DE DELINEAMENTO
As técnicas de estudos aplicados à pesquisa jurídica são via de regra as seguintes.
Pesquisa Bibliográfica.
A mais básica e comum, obrigatória em qualquer modalidade de pesquisa. Usa qualquer informação publicada (impressa ou eletrônica).
Pesquisa Documental.
Faz uso de fontes primárias, de dados históricos, estatísticos, leis, julgados, arquivos oficiais, registros, arquivos ou relatos pessoais, documentação da época, são as informações utilizadas em primeira mão, sem qualquer filtro ou intermediação.
Pesquisa Experimental.
É a pesquisa empírica, que faz um experimento, modelando a realidade pesquisada para comprovar ou refutar hipóteses indutivas no futuro. Estudo prospectivo
Pesquisa Ex-Post Facto.
Estudo sobre um fato passado. Como desvendar um crime. Todos os acontecimentos provas, vítimas, atenuantes estão no passado. Então as hipóteses são abdutivas fora do controle do pesquisador. Estudo retrospectivo.
Estudo de Corte.
Análise de um grupo, uma amostra, um determinado universo de pesquisa, frente a um outro grupo de controle.
Levantamento.
Pesquisa quantitativa. Questionário a ser aplicado em grande número de entrevistados. Se todas as pessoas do universo da pesquisa forem interrogadas será um levantamento censitário ou parametrizado. Se apenas uma amostra de pessoas do universo pesquisado, escolhidas de acordo com algum critério forem inquiridas, então será um levantamento por amostragem ou estatístico.
Pesquisa de Campo.
Pesquisa qualitativa. Se houver entrevistas elas serão menos estruturadas e mais abrangentes detalhadas que o levantamento quantitativo. Como depende da observação do pesquisador está sujeita a um alto nível de subjetividade.
Estudo de Caso.
Estuda um determinado objeto específico profunda e exaustivamente.
Pesquisa-Ação.
Essa pesquisa pressupõe uma intervenção na realidade que será feita pelo pesquisador e terá impacto no universo pesquisado.
Pesquisa Participante.
O pesquisador também é um participante do evento social estudado.
Mais informações em resumo de Antonio Carlos Gil
FONTES
Primárias: fontes originárias de dados históricos, estatísticos, leis, julgados, arquivos oficiais, registros, arquivos ou relatos pessoais, documentação da época, são as informações utilizadas em primeira mão, sem qualquer filtro ou intermediação.
Secundárias: informações derivadas da fonte primária original, são livros, revistas, artigos, trabalhos escritos com o objetivo de analisar e interpretar as fontes primárias e, normalmente, com o auxílio e consulta de outras obras. Faz análise, ampliação, comparação etc.
Terciárias: são publicações, tais como enciclopédias ou outros compêndios, que resumem muitas fontes secundárias e primárias. Manuais, livros de resumo ou textos introdutórios também podem ser considerados fonte terciária, na medida em que resumem resultados amplamente aceitos de grandes quantidades de fontes primárias e secundárias. Faz compilação.
Na Internet é possível encontrar os três tipos de fontes, mas para utilizar o conteúdo originário da Internet é preciso ter cuidado com a relevância e a credibilidade da fonte.  
Usar base de dados PLENUN (no site da UNIP em Biblioteca)
Usuário biblioteca unip
Senha 1337
Outras fontes online confiáveis:
O QUE EVITAR
Ao elaborar um texto científico, além das questões metodológicas deve haver uma atenção especial para algumas condutas a serem evitadas, como plágio, uso de imagem ou som não autorizados, lesões à propriedade intelectual de outra pessoa entre outros. Eduardo Bittar simplifica o assunto da seguinte maneira.
BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica: teoria e prática da monografia para os cursos de direito. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2013
EVITAR
Ao se produzir ciência deve-se estar atento para inúmeros princípios e mandamentos gerais do direito que estão a delimitar os espectros possivelmente infinios de manifestação do pensamento. Assim:
a) qualquer ato tendente à disseminação de símbolos e dísticos nazistas é considerado crime (Lei 7716/89 que define crimes resultantes de preconceitos de raça ou de cor. Especificamente o art. 20 ‘Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. Pena – reclusão de dois a cinco anos e multa’), assim como a prática, o induzimento e a incitação à discriminação e ao preconceito de raça também são apenados rigorosamente em lei ( Lei 7716/89, art. 20 ‘Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena – reclusão de um a três anos e multa’);
b) a pesquisa científica não pode agredir direitos fundamentais da pessoa humana, caso contrário estaria colocando-se exatamente no sentido oposto ao da amplitude defensiva alcançada pelo texto da Constituição Federal, sustentado que está por inúmeros mandamentos de ordem internacional (Declaraçaõ dos Direitos do Homem e do Cidadão…);
c) toda e qualquer afronta a direitos da personalidade (físicos, psíquicos e morias) pode ser passível de séria repressão civil penal e administrativa, conforme o âmbito, a esfera, a repercussão e o alcance (uso indevido de cadáver para pesquisa; uso não autorizado de partes do corpo, ou mesmo do corpo como um todo para pesquisa científica; realização de pesquisa praticada com técnicas proibidas ou ainda não reconhecidas cientificamente sobre a psyché do paciente; realiza~cão e divulgação de pesquiesa não autorizada de dados do paciente ou exposição pública de sua intimidade sexual…)
d) toda e qualquer manipulação de material e produtos nucleares ou ainda de material e produtos considerados englobados sob a égide da lei de biossegurança possui traçado específico, com fins de defesa da saúde pública;
e) todo e qualquer ato ilícito realizado em desfavor de obra autêntica anterior, com violação de direito autoral, está previsto como ato sujeito aos severos sancionamentos civis e penais (Código Penal Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. § 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.’ e ‘Art. 185 – Atribuir falsamente a alguém, mediante o uso de nome, pseudônimo ou sinal por ele adotado para designar seus trabalhos, a autoria de obra literária, científica ou artística’);
f) a pesquisa que se realize em detrimento do patrimônio alheio, produzindo dívidas, desgastes, gastos indevidos, cessação de lucros, esgotamento de fontes, demérito profissional… fica sujeita aos principais regramentos instituídos pelas leis civil e comercial;
g) a afronta direta (o animus jocandi descaracteriza o caráter ofensivo; o desabono da crítica literária, científica ou artística não caracteriza ofensa passível de punição) à imagem ou reputação ou intimidade de alguém (calúnia; injúria; difamação) se sujeita também a uma série de prescrições, sejam elas de caráter penal, sejam elas de caráter civil, inclusive solucionando-se esse tipo de afronta através da responsabilidade civil por dano moral;
h) o plágio, considerado como ato de desrespeito à autenticidade das criações alheias, também possui previsão legal, e acaba por provocar sérios ônus para o plagiador.” (BITTAR, 2013: 182-184)
FORMATAÇÃO
Não há necessidade de se decorar a formatação obrigatória. Vários manuais de consulta fácil sistematizaram as normas da ABNT.
O manual da UNIP está disponível em http://www3.unip.br/servicos/biblioteca/guia.aspx
2.1 Formato
  Papel em branco, formato A4 (21 X 29,7cm).
2.2 Fonte
  Fonte (Arial ou Times New Roman) e tamanho 12 para todo trabalho.
 Fonte (Arial ou Times New Roman) e tamanho 10 para citações com mais de três linhas, notas de roda pé, paginação, legenda e fonte das ilustrações e das tabelas;
 Fonte (Arial ou Times New Roman) tamanho 12 para (TÍTULO) em maiúsculo e negrito;
 Fonte (Arial ou Times New Roman) tamanho 12 para (subtítulo) em minúsculo.
2.3 Margem
  Anverso: margem esquerda e superior de 3 cm, direita e inferior 2 cm;
 Verso: margem direita e superior de 3 cm; esquerda e inferior 2 cm;
 Recuo de primeira linha do parágrafo: 1,25 cm (1 Tab), a partir da margem
esquerda;
 Recuo de parágrafo para citação com mais de três linhas: 4 cm da margem esquerda;
 Alinhamento do texto: utilizar a opção “Justificado” do programa Word
(…)
2.4 Espaçamento
  Espaço “Entrelinhas” do texto: 1,5 cm
 O espaço simples é usado em: citações de mais de três linhas, notas de roda pé,
referências, resumos, legendas, ficha catalográfica;
(…)
3.4.1 Referências (…)
SOBRENOME, Nome. Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local:
Editora, Ano.
(…)
SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo (se houver). Local: Editora,
Ano. Disponível em: . Acesso em: dia mês ano.
(…)
Documentação jurídica (legislação, jurisprudência e doutrina).
Legislação (Constituição, emendas constitucionais, normas emanadas)
JURISDIÇÃO. Título. numeração. Local: Editora, Ano de publicação.
BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
Jurisprudência (decisões judiciais)
JURISDIÇÃO ou Órgão Judiciário Competente. Título. Numeração. Partes envolvidas (se houver). Local, Data. Dados da publicação.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In:_______. Súmulas. São Paulo: Associação dos advogados do Brasil, 1994.
(…)
Citação direta de até 3 linhas: Devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.
Citação direta com mais de 3 linhas: Devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto e sem as aspas.
Citação indireta: Baseado na obra do autor consultado. Nas citações indiretas a indicação das páginas é opcional.
Considerações úteis para a fase de redação de um trabalho científico, inclusive portanto, para quem estiver elaborando o Trabalho de Conclusão de Curso:
“Escrever um trabalho acadêmico de conclusão de curso é ao mesmo tempo uma tarefa incrível e árdua. Antes dos confetes e da bandeirada na linha de chegada haverá momentos de euforia, reflexão, desânimo e desespero, não necessariamente nesta ordem. Por isso, fizemos uma lista com algumas dicas para quem está percorrendo este caminho:
1. NÃO PROCRASTINE
Parece mágica: é só sentar em frente ao computador para escrever nosso trabalho que qualquer coisa na Internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. De vídeos de humor no YouTube a chamadas sobre a Nana Gouveia no site da Globo. E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e aquilo que poderia ter sido escrito com calma e muito cuidado, acaba por ser escrito às pressas. A dica aqui é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie. Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco? Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim. Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça naquele momento. Você irá perceber que após começar, uma ideia vai puxando outra, e o texto irá fluir naturalmente.
2. NÃO SEJA PERDIDO
Uma frase repetida à exaustão em palestras motivacionais para empresários é “para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar servirá“. Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões. As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira. Assim, é possível planejar todo o texto para que ele conduza e prepare o leitor para as conclusões. A definição das conclusões do trabalho também poderá auxiliá-lo na redação de todo o texto, principalmente, na discussão dos resultados.
3. NÃO ECONOMIZE NA LEITURA DE ARTIGOS
Em primeiro lugar, ler mais irá lhe auxiliar a escrever melhor. Você deve ouvir isso desde o ensino fundamental. Acredite, é verdade. Além disso, ler vários artigos relacionados ao seu tema irá lhe proporcionar maior segurança na discussão de seus resultados e outras formas de observar seu problema de pesquisa. Dominar o assunto sobre você está escrevendo e fundamental, por isso, não tenha preguiça de ler muitos artigos.
4. NÃO SUBESTIME A ABNT
Não existe nada mais chato que formatar um texto segundo as normas da ABNT. Evite deixar para fazer isso apenas após o término do trabalho, quando provavelmente estará cansado e sem muita paciência. Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto segundo elas, principalmente se você não utiliza um gerenciador de citações bibliográficas, como o EndNote, o Mendely ou o Zotero. Descobrir os autores das citações que você não colocou a referência enquanto escrevia pode levar um bom tempo, o que torna a tarefa antiprodutiva.
5. NÃO ESPECULE
Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu texto deve ser capaz de ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.
6. NÃO COLOQUE EM SEU TEXTO ALGO QUE NÃO SAIBA EXPLICAR
Se você que estudou aquele tema durante meses, “viveu” seu trabalho, e escreveu o texto, não compreende completamente o que algo significa, imagine quem está lendo seu trabalho. Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso. Se for algo imprescindível ao trabalho, trate de estudar e dominar aquele assunto. Caso contrário, não se complique à toa.
7. NÃO FAÇA UMA “COLCHA DE RETALHOS”
Escrever um trabalho acadêmico é mais do que apenas fornecer informações ou opiniões de outros autores. Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores. Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto mais agradável, desenvolvendo um estilo próprio.
8. NÃO FIQUE COM APENAS DUAS OPINIÕES
Terminou de escrever seu trabalho? Depois de duas ou três leituras você e seu orientador provavelmente não conseguirão encontrar mais nenhum erro. Parece que nós nos “acostumamos” com eles. Por isso, peça para seus colegas de curso, seu vizinho, seu namorado, sua tia lerem seu trabalho também. Cada pessoa que ler seu trabalho terá uma visão diferente sobre ele, baseada em sua história de vida e em seus conhecimentos. Tenho certeza que você irá se surpreender com o resultado desta dica.
9. NÃO CONFIE EM SEU COMPUTADOR
Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu email, em HD externo e nas “nuvens” (Google Drive, Dropbox, etc). A lei de Murphy é implacável com a pós-graduação, portanto é melhor não arriscar. Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência para evitar surpresas desagradáveis.
10. NÃO BRIGUE COM SEU ORIENTADOR
Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook. É complicado, eu sei. Mas conte até dez e evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa, ele pode comprar sua briga ou te jogar para os leões. Pense nisso.
_______________________________________________________________
Texto adaptado do original “10 coisas para não fazer na monografia”, de autoria de Ricardo Oliveira e disponível no DIVERSITÁ BLOG. “

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s