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TEORIAS DA IMAGEM

PROF. HENRICH

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Teoria: conjunto de idéias, conceitos e proposições que explicam o funcionamento de um objeto, ou daquilo que se está a observar.

O que é realidade?
Realidade: para se entender a realidade tem de entender quais são os sistemas que fazem a realidade.

MARIO BUNGE =m[DF{ma}P
Conjunto de idéias que se conjugam geram novas propriedades.

Todo sistema tem um estado, pq posso organizar o sistema do jeito que quiser. Estado não é fixo. Este estado pode sofrer eventos que causam mudanças. Preciso entender como esses eventos ocorreram, os processos. Eventos não acontecem de dia para noite. São decorrência de processos. Os processos fazem com que sintamos os fenômenos. Sinto mais ou menos os fenômenos a medida que o meu umvelt for maior vai aumentar sua percepção. Unvelt = o entorno, sua cultura, sua experiência, sua historia.

Imagem idéia que concebe a pratica.

Se não faz parte do unvelt não faz parte da sua persepcao mas pode ser realidade.

Realidade, para Mario Bunge, e aquilo que existe independente da minha vontade mas que se forçam sobre mim. Toda realidade é complexa, sistêmica e legaliforme. Eventos em processos o tempo todo, vao e voltam o tempo todo.

Trabalho:

A imagem da intolerância na mídia.
O que é intolerância, racismo, preconceito
Saber se a imagem concretiza a intolerância.
Não confundir brincadeira com intolerância. (Todo são paulino é viado, passou em horário nobre, na novela)

Semiótica da cultura.

segunda-feira, 1 de março de 2010

“a preguiça nada mais é do que o hábito de descansar antes de estar cansado” Jules Renard

SIGNO
Representação de conceitos e idéias

a) ícone
elementos identificatórios do objeto estão presentes na representação. Passaporte é ícone da pessoa.

b) índice
alguns elementos de identidade do objeto estão presentes na representação. Fumaça é índice de fogo.

c) símbolo
convenção social. Papa é símbolo da religião católica. Se o símbolo for universal vira ícone. Anel é símbolo do casamento (convenção social)

Três elementos do signo
1- significado conteúdo
2- significante forma
3- referente sujeito

REPRESENTAÇAO
Processo da apresentação de um objeto (pessoa, peça de teatro, imagem) a um interprete de um signo.

A forma da apresentação desse objeto produz estranhamento e depois fascínio.

Sonho é imagem irreal. As narrativas dos sonhos são importantes para o equilíbrio psíquico. Sonhos são narrativas que são imagens.

Sapato da Daslu: forma/significante é o couro (igual ao couro do sapato da 25), a essa forma/significante foi adicionado um conteúdo/significado que por convenção social representa riqueza e a pessoa/referente compra esse sapato como símbolo de status.

Vivemos pela aparência, pela simulação e simulacro (cópia da cópia).

Qual o caráter ideológico da imagem?
Qual a importância de um jornalista conhecer isso?

segunda-feira, 8 de março de 2010

Boa questão para prova! = análise de foto do transito

Excesso de carros da cidade de São Paulo

Signo: visual

Significante: excesso de carros

Significado: congestionamento

Referente transito característico da cidade

Índice fumaça barulho

Ícone caos no transito

Símbolo o transito na cidade de são Paulo

Interpretante: todos os carros se dirigindo para seus respectivos destinos

Sintagma (inferências que se pode ter desse significante, significado e signo): estresse, tumulto, desorganização, barulho, perigo

Paradigma caos

 

REGRA DA REPRESENTAÇÃO RENASCENTISTA
Organização racional e cientifica do mundo
So que é simétrico, análogo, ordenado, claro, definido, pode representar a natureza, o mundo
Isso representa a idéia de certeza

 

RESUMO SOBRE ARTE RENASCENTISTA
Método de conhecimento (eu observo, eu experimento, eu represento de forma perfeita, não é mimesis = representação falsa, busca-se a representação fidedígna.)
Elaboração artística (sobre o modo de fazer) arte – trabalho humano submetido a regras. Há uma forma certa de fazer. Para trazer desenvolvimento prosperidade.
O olhar renascentista torna o sujeito espectador (o olhar medieval era contemplativo, o observador tem de fazer um esforço para entender o gótico, o barroco, no renascimento não, a figura é tão fidedigna que não há o que entender, é autoexplicativo.
O mundo antes organizado por deus passa a ser organizado pela arte-ciencia no renascimento e só pela ciência a partir do sec. XVIII.


Matéria Estado de São Paulo 7/3/10
A forma como você se representa online – algo que parece trivial e desimportante – diz muito sobre quem você é na web e, mais do que isso, pode até mudar a maneira como você se enxerga no mundo offline. O termo “avatar” não diz respeito apenas ao personagem virtual assumido em metaversos como o falido Second Life: a personalização de protagonistas em games e a foto escolhida para se colocar num perfil em rede social ou no MSN também são avatares.


Escolher a imagem de um personagem público, uma foto tirada de cima para baixo, um retrato mostrando esse e não aquele ângulo – os menores detalhes podem falar muito sobre a forma que você quer ser visto online.

Prova disso é uma pesquisa divulgada pelo site de encontros americano OkCupid, que analisou 7 mil fotos para entender a diferença entre as pessoas bem sucedidas e aquelas que não arranjam companhia. O estudo mostra, por exemplo, que homens que posam com animais de estimação em seus avatares são os mais visados pelo sexo oposto, talvez por fugirem do estereótipo do machão que mostra o muque (também popular, vindo logo depois na lista). Já as mulheres com cachorros ou gatinhos no colo são as menos clicadas, abaixo até das fotos que as mostram bêbadas. Vai entender…

Isso mostra que, quando conhecemos alguém na internet, pensamos imediatamente no que o seu avatar diz – e não adianta se esconder atrás de personagens de videogame, pois eles também representam algo. É o equivalente virtual à primeira impressão, cara a cara. Mais do que isso: dependendo do quão profunda é a relação da pessoa com uma rede social ou um game em que é representado por um bonequinho, aquele imagem pode até mesmo alterar a sua vida cotidiana.

É isso o que Nick Yee chamam de Efeito Proteus. Por meio de vários experimentos, os acadêmicos concluíram que a imagem digital pode sim mudar a maneira como a pessoa se encara.

A conclusão é a mesma do professor Hal Ersner-Hershfield, da Universidade de Northwestern, que expôs 50 voluntários a uma imagem em realidade virtual de como eles se pareceriam ao 70 anos.
Quando já estavam familiarizados com uma cara cheia de rugas, essas pessoas eram questionadas sobre assuntos como seguro de vida e previdência. O resultado? Todos ficaram mais cautelosos. “Isso mostra que avatares podem sim alterar as pessoas”, conclui.

ENTREVISTA
NICK LEE, acadêmico
'A pessoa pode usar traços do avatar no seu cotiniano offline'
Você pode descrever as suas pesquisas com avatares e a realidade virtual?
Usando ambientes de realidade virtual, descobrimos que avatares de pessoas altas fazem que os voluntários se imponham mais em negociações, se os outros participantes aparentarem ser mais baixos. Também percebemos que, se portarem um avatar de uma pessoa mais atraente do que são na vida real, as pessoas tendem a buscar parceiros ou parceiras tão ou mais atraentes. E isso não funciona apenas no experimento, mas vaza às vezes para a vida real.

Esses experimentos confirmam que avatares podem mudar a percepção que fazemos de nós mesmos?
Por esse estudo e por outros similares, descobrimos que a aparência que cada pessoa espelha em seu avatar pode, sim, mudar o seu comportamento em outros ambientes. Por ser mais alta ou atraente em um ambiente digital, a pessoa pode, internamente, assumir essas características e começar a agir de acordo com elas em seu cotidiano offline.

Essa mudança pode tem um reflexo em longo prazo ou seu efeito é apenas imediato?
Em alguns casos, talvez ela possa ter reflexo em longo prazo. Mas não sabemos ao certo, já que essa é uma área relativamente recente de pesquisa acadêmica. Ainda não temos estudos conclusivos sobre a repercussão em longo prazo, mas em curto prazo, podemos sim mudar a maneira como encaramos certos aspectos da nossa personalidade a partir do avatar.

CARDOSO X CARDOSO
O escritor André Czarnobai ficou conhecido como Cardoso por toda a internet brasileira devido ao sucesso de seu e-zine, o CardosOnline. Após o fim do e-zine, Cardoso tornou-se um prolífico blogueiro.

Em 2005, o escritor cansou do blog e, nesse meio tempo, outro polêmico Cardoso começou a agitar a internet com seu sarcasmo e seu avatar de Dr. House. Carlos Cardoso, autor do blog Contraditorium, ficou conhecido com o perfil @Cardoso no Twitter – um dos mais seguidos do Brasil e que ainda causa confusão entre leitores.

André agora é @Kidids na rede social, mas continua assinando seu blog como Cardoso. Carlos Cardoso também.

NÚMEROS
• 2 vezes mais mulheres sorriem o dobro do que homens na foto do avatar
• 30 por cento menos mensagens são enviadas para mulheres com mais de 30 anos
• 25 anos é a idade nas mulheres em que fotos ao ar livre se tornam mais populares que fotos de corpo inteiro ou decote
• 1/3 das mulheres recebe 2/3 de todas as mensagens enviadas em sites de namoro
• 80% dos homens são considerados pelas mulheres como abaixo da média de beleza

 

QUEBRAM PARADIGMA RENASCENTISTA:

 

IMPRESSIONISMO – PAISAGEM DE MONET
No impressionismo o olhar participa da obra de arte. Na arte renascentista só o olhar era convidado a participar. No impressionismo outros sentidos também são chamados a participar.

CUBISMO – FORMAS BÁSICAS CONES
só o ângulo em que o olhar capta é representado. Nosso jornal é renascentista só mostra uma realidade. Teria de ser cubista, dadaísta, a realidade muda a representação deveria ser mais variada. Briga pelo que tem mais certeza. Briga imagética.

O cubismo avança na representação iluminista.
Decomposição do espaço tridimensional do quadro e da sensação volumétrica que daí derivava, reivindicando a bidimensionalidade;
Completa autonomia do quadro em relação a natureza regendo-se por leis próprias;
Recusa da concepao estática da pintura tradicional que representava o objeto com um caracter fixo e imutável, introduzindo a quarta dimensão que permitia a visão simultânea do objeto, quer da frente quer de perfil e pelos seus contornos posteriores e inferiores é a dimensão tempo.
Cor e luz sacrificadas em prol da ordenação racionalista do quadro (leva em conta só a forma do objeto, geométrica, matemática, calculada bem representado, no paradigma positivista);
Linguagem geométrica utilizada para procurar a essência interna das coisas
Criação de uma nova realidade, não como a vemos, mas como a pensamos
Abolição de tudo o que é acessório, daí a simplificação da formas, que são geometrizadas.

 

Atividade extracurricular dia 20/3 às 10h.Estação Pinacoteca. Largo General Osório, 66 – Luz – São Paulo/SP. Fone:    (11) 3335-4990  (11) 3335-4990. Funcionamento: De terça a domingo, das 10h00 às 18h00 Serviço:Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia), entrada gratuita para menores de 10 anos e idosos acima de 60 anos. Grátis aos sábados.Estudantes com carteirinha e idosos pagam meia entrada.

 

 

terça-feira, 29 de março de 2010

 

TEORIAS DA IMAGEM

Primeira questão da prova.

SEMIOTICA DE PEIRCE – FILOSOFIA CIENTÍFICA DA LINGUAGEM

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Sanders_Peirce)

 

As áreas pelas quais Charles Sanders Peirce é mais conhecido, e às quais dedicou grande parte de sua vida e estudos, são a Lógica e Filosofia. Propôs aplicar nesta última os métodos de observação, hipóteses e experimentação a fim de aproximá-la mais das características de ciência.

 

Peirce concebia a Lógica dentro do campo do que ele chamava de teoria geral dos signos, ou Semiótica. Os últimos 30 anos de sua vida foram dedicados a estudos acerca da Semiótica, para Peirce um sistema de lógica.

 

A Semiótica Peirciana pode ser considerada uma Filosofia Científica da Linguagem. A Fenomenologia é a ciência que permeia a semiótica de Peirce, que deve ser entendida nesse contexto. Para Peirce, a Fenomenologia é a descrição e análise das experiências do homem, em todos os momentos da vida. Nesse sentido, o fenômeno é tudo aquilo que é percebido pelo homem, seja real ou não.

 

A Dança dos Estudos da Linguagem pela Semiose de Peirce

Um signo, seu objeto e sua interpretação: os três sujeitos da semiose de Pierce. Os estudos da linguagem talvez possam se encaixar nessa ação triádica, haja vista o mecanismo natural de se abrir novas possibilidades teóricas a partir de pontos já corroborados, no todo, ou até mesmo refutados, neste caso, aproveitando-se parte de estudos desenvolvidos para ganchos de novos conceitos.

 

A linguagem seria o signo, a escrita e a fala seriam os objetos, e as várias teorias sobre a linguagem seriam a interpretação. A partir destes ajustes se constroem as infindas roupagens da língua e as oposições conceituais sobre este signo.

 

Um exemplo seria o "atomismo lógico" proposto por Bertrand Russell, no início do século passado, cuja intenção "era considerar que as frases têm existência própria, independente do sujeito e da experiência". Essa tese foi apoiada pelo filósofo Ludwig Wittgenstein que afirmava ser a linguagem uma "representação projetiva da realidade".

 

Contudo, após a evolução dos estudos ditos da corrente positivista lógica e com sua junção com as linhas pragmáticas da América do Norte, a posição de Ludwig em relação a Russell passou a ser contrária, com várias críticas sobre o modelo tradicional de interpretação aceito inicialmente. Ao observar este exemplo percebe-se que Ludwig se encaixou nas categorias da semiose pierciana.

 

Em princípio, pegou a tese de Russell já fechada em sua terceiridade e a abriu, iniciou então seus próprios estudos sobre o signo linguagem (primeiridade), no decorrer de suas análises sobre os objetos "escrita" e "fala" desenvolveu a segundidade do signo e, deste modo, finalizou o processo novamente em outra terceiridade quando diz que "o jogo de linguagem não é nada tão elementar (…) a linguagem tem jogos incontáveis: novos tipos de linguagens, novos jogos lingüísticos surgem continuamente, enquanto outros envelhecem ou são esquecidos".

 

Valorizando a língua falada, considerando que antes de serem escritas as linguagens eram faladas, Saussure faz paralelo entre a linguagem e o jogo de xadrez, em um sentido de valores relativos para os signos lingüísticos (entenda-se por isso um significante – imagem acústica: um substantivo qualquer – e um significado – conceito: o substantivo real), ou seja, "o valor respectivo das peças depende de sua posição sobre o tabuleiro, da mesma forma que na língua cada termo tem seu valor pela oposição com todos os outros".

 

Também nas colocações de Saussure percebe-se a influência da semiose, pois, analogicamente, ao se começar um jogo de xadrez se têm a primeiridade no posicionamento das peças no tabuleiro, em um segundo momento (no desenrolar das jogadas, no pensamento das conseqüências de cada movimento das peças, não que se possa prever com exatidão qual será a articulação feita pelo opositor) se vê o secundismo, por fim, é chegada a hora do fechamento do ciclo com um xeque-mate ou mesmo com um empate entre os jogadores. Então, não é assim nos diálogos travados entre falantes? Primeiro se propõe um determinado assunto (primeirismo), o mesmo sendo aceito, vai-se então para o desenvolvimento dos argumentos (secundismo) – em um verdadeiro jogo de palavras, frases, orações e conceitos – as melhores explanações fecham a semiose em um ato de persuasão da parte contrária (terceirismo). Contudo, pela lógica da semiose de Peirce, na lingüística estrutural de Saussure, quando há a proposição de um novo debate, sobre o mesmo assunto, abre-se a possibilidade de um novo fechamento, da parte antes vencida ser a vencedora, basta que saiba ter habilidade no momento do secundismo.

 

Como em uma semiose aplicada ao macro da linguagem, a lingüística estrutural de Saussure, como todas as outras correntes teóricas, sofreu embates, pois, segundo Émile Benveniste (antes propagador das idéias do pesquisador suíço, no Círculo Lingüístico de Praga) e Merleau-Ponty, a analogia de Saussure colocou a língua em um contexto mecânico. Para Benveniste, o signo seria uma partícula arbitrária. Já Ponty, leva em consideração a existência de um contexto inexpresso, ou seja, uma conexão que une, por exemplo, um sujeito a um verbo, um conceito que daria à sentença um caráter vivo (orgânico) e não simplesmente mecanicista.

 

Estes tipos de oposição podem ser tomados como algo agregador à evolução da linguagem e não apenas como uma pura e simples realização das correntes que a estudam no decorrer da história, em outros termos: o movimento dialético também pode ser o instrumento que propulsiona o desenvolvimento dos signos e, segundo Clément, para Hegel, tal movimentação não significa um método, mas a própria vida do espírito que se mantém através do negativo.

 

Ou, citando Goethe, "eu sou aquilo que tudo nega, pois o que existe, é para ser destruído".

 

 

FILME O XADREZ DAS CORES DE MARCO SCHIAVON

IMAGEM

REPRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO

 

MEDIAÇÃO

Como organizou a apresentação?

Apresentou o jogo para as crianças que lutavam com armas ofereceu oportunidade.

 

CODIFICAÇÃO

Aprendeu as regras do jogo.

 

REPRESENTAÇÕES NA PINTURA

            RENASCENÇA

            REALISMO

            MODERNIDADE

 

FOTOGRAFIA SÉC. 19/20

 

PARA PROVA PRÓXIMA SEMANA

VAI CAIR NA PROVA

CAP. CONSTRUÇÕES DO OLHAR

CAP. A FOTOGRAFIA E O MUNDO SEGUNDO OS MODOS DE VER.

Uma lauda sobre o filme

A imagem vale mais do que mil palavras?

Falando de preconceito falando de traiçao

Codificar é aprender como se faz

Decodificar é usar as regras do jogo ao seu favor

Dupla com o Diego

 

Pesquisa imagens sobre:

Amor

Esperanca

Medo

Sucesso

Trabalho/exploraçao infantil

Religiosidade

Ambição

 

No dia da prova mostrar o ingresso da estação pinacoteca.

 

Os ramos quando Jesus entra em Israel é icone, símbolo ou índice? Os ramos são símbolo (convençao social) de tratamento da realeza. O burrinho também é símbolo da simplicidade.

 

segunda-feira, 19 de abril de 2010

 

TEORISAS DA MÍDIA

PROCESSO DE CONOTAÇÃO

ROLAND BARTHES

A MENSAGEM FOTOGRÁFICA

 

SIGNO VERBAL OU NÃO VERBAL

AMBIENTE CONTEXTO HISTÓRIA

 

DENOTAÇÃO X CONOTAÇÃO

Peuzzolo, Adair. Elementos de Semiótica da Comunicação

Significante = forma, cor, som, perspectiva o que constrói

Significado = idéia que a forma produz para os espectadores.

 

Barthes quando analisa o processo de significação em Saussure, chama-o de semiosis e percebe que ele não dá conta sozinho para esgotar o conceito de significação, que na verdade abrange contextos maiores. Recorre então a Hjelmslev e completa o processo de significação com as categorias de plano expressão e plano de conteúdo.

Enunciador

Emissor

MEIO

(jornal, revista)

Enunciatário

Receptor

 

Representação fotográfica é mimética imita a natureza

Imagem fotográfica é muito generalista e abstrata, não tem idéia nem do antes nem do depois. Por isso precisa de texto para construir a metalinguagem.

Imagem mostra “é assim”, é muito literal. Não sabe qual é a circunstância. Foto fora do contexto não reconstroi a idéia.

Quando tira uma foto faz mediação, escolhe os elementos que vai compor a foto. Caricatura faz brincadeira com os elementos que compoem. Tira o efeito denotativo e acrescenta elementos de conotação.

 

SEMAS palavras de significação

Ele é um macaco = ele é primata, não humano, irracional.

Sema positivo relacionada àquela palavra, macaco cheira mal, é animal

Sema negativo não relacionada à palavra, irracional

Ela é uma vaca

Sema positivo: tem 4 patas, é gorda, produz leite

Sema negativo: é prostituta

Ele é um baiano

Sema positiva vem da bahia

Sema negativo stigma de preguiçoso, caipira.

 

Stigma esteriótipo repetitivo na escola.

 

Conotação é a capacidade de simbolizar

 

Simbolo convençao contratural entre objeto e sentido.

 

Janio Quadros antes de sentar na cadeira do Montoro passou baygon para descapetizar.

 

Simbolizar é um traço característico da esquisofrenia. Coloca significado em tudo. Eu cheguei todo mundo se levantou, será que estão com raiva de mim. A mídia simboliza sempre, coloca simbolos conotativos em tudo.

 

Conotação pegar objetos e imagens periféricas e associar ao primeiro

 

 

 

segunda-feira, 26 de abril de 2010

 

Codigo é lei formada de signos convenção social

 

Plano de expressão (significantes) x Plano de conteúdo (significados/sentidos).

 

BARTHES

PROCEDIMENTO DE DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO

Teorias de imagem texto x imagem

 

Quando o sistema de expressão relação e conteúdo.

Denotação quando relação entre expressão E e o conteúdo C portanto ERC ou ainda quando tivermos um significante e o seu correspondente significado (sendo este o literal, o usual)

 

Conotação quando o signo denotativo relação ERC, se coloca como significante de outro significado, que é tambem chamado de figurativo (ERC) RC

 

SEMA POSITIVA

Há associação de sentido

Existem relação com nova palavra

Você é um macaco: irracional, primata,

 

SEMA NEGATIVO

Não existe associação

Aquele que não tem nada a ver com a palavra.

Vc não pensou em anjo em bondade então esses são semas negativos

 

segunda-feira, 10 de maio de 2010

 

IMAGEM NA CULTURA DE MASSA

 

IMAGEM EM MOVIMENTO

 

HARRY PROSS: todos temos déficits emocionais que devem ser supridos com comunicação (vínculo amor) mídia reconhece essas lacunas na população e usa essas informações em vasos comunicantes (romance + informação, uso do espetáculo, uso de vedetes/ olimpianoo, gera cumplicidade público-produção, orientação de saber-viver (publicidade).

 

MÍDIA PRIMÁRIA

O corpo e os sentidos(visão audição, tato, gustação) estão presentes. Tribo de índios é tudo mídia primária, por meio do corpo. Na tribo quando o homem morre leva com ele todo o conhecimento.

 

MÍDIA SECUDÁRIA

Escola. Já faz uso de texto de escrita. Oral e textual. Homem pode morrer que sua memória permanece no texto. Certa estratificação entre culto e popular. Leitura tem de ser interpretada, tem de ser decodificada. TEMPO LENTO.

 

MÍDIA TERCIÁRIA

Suporte é a eletricidade. Alta ampliação dos sentidos, com alta distribuição. Radio, TV. Cultura de massa. Para garantir proudução em quantidade tem de ter consumo de massa. Tem de abrir o erudito para o popular. Rebolation é de massa, não é popular (da vila, da comunidade). É imagética, acumulação de texto e audio e corpo em alta velocidade. TEMPO RÁPIDO.

 

 

A mídia terciária para fazer produção em quantidade tem de articular romance e informação.

 

 

PROJEÇÃO X IDENTIFICAÇÃO

Mãe projeção quando leva filho para participar de concurso.

identificação pegar características de outro e introjetar aquelas qualidades.

Big Brother ou projeção ou identificação.

 

 

USO DE VEDETES vida tem de ser vedetizada, glamuralizada. Pessoa comum heroi pobre que conseguiu sucesso é olimpiano. O que todo mundo quer é habitar o Olímpio.

 

Informação romanceada tem de gerar cumplicidade público/produção. Quem não vê na revista, vê na tv e é circularizado por essas informações. Se a pessoa está imersa na mídia terciária tem de estar crítico para fugir desse círculo. Normalmente as pessoas não tem espaço ou tempo para decodificar.

 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

 

SIGNO É UMA COISA QUE REPRESENTA UMA OUTRA COISA SEU OBJETO ELE SÓ PODE FUNCIONAR COMO SIGNO SE CARREGAR ESSE PODER DE REPRESENTAR, SUBSTITUIR UMA OUTRA COISA DIFERENTE DELE Pg 58, Santaella L. O que é semiótica. São Paulo, Brasiliense

 

segunda-feira, 24 de maio de 2010

 

SEMIÓTICA DA CULTURA

Processo de significação cujos símbolos só fazem sentido num determinado contexto ou na historicidade de sua construção. Novela da globo na China não será entendido. Show de humor inglês não tem graça no Brasil. Por causa das referencias, das contruções dos símbolos, dos sentidos que mudam. Não vai se preocupar com a iconicidade. Pq só vai fazer sentido em um contexto. Reapropriação dos simbolos dando outro significado

 

HIBRIDISMO BRICOLAGEM ADAPTAÇÃO

Arte elementos culturais de uma determinada cultura, retira significado original e dá outra significação. Roupa branca de mãe de santo em outro contexto tem outro significado. Muito comum na atualidade. Formatura antes era com mao levantada hoje é com mão no peito pq se tirada do contexto formatura parece apologia ao nazismo. Se é bom ou ruim vai depender dos usos.

 

Textos básicos para a prova:

Vasos comunicantes

Os olimpianos

O eros quotidiano

A Felicidade

O Amor

Os valores femininos

A juventude.

 

PROSS, HARRY

Midia primária, secundária e terciária. A idéia busca se concretizar de alguma forma. Para ele toda comunicação começa e termina no corpo. Emissor é receptor.

 

MIDIA PRIMÁRIA

Tudo se dá no presencial. Texto oral. Na mídia primária é de pessoas presentes quando o gesto tem grande importáncia, febre, cheiro, rugas. Quando anciões morriam levavam a história. Contato entre emissor e receptor é direto.

 

MÍDIA SECUNDÁRIA

Comunicação extracorpórea. Escrita. Moda também é mídia secundária tenta significar para além do corpo. Pinturas no corpo tatuagem tb é mídia secundária. Emissor controi artefato mediando ele e o receptor que terá de decifrar as histórias. Livro fotografia tatuagem são manifestações da mídia secundária, vão além do emissor. Contato entre emissor e receptor é mediado por um artefato que deve ser descodificado. Mídia secundária demanda tempo lento, para codificar e decodificar precisa pensar, classificar, raciocinar…de interpretação, de compreensão. Primeiro interpreta e depois compreendo? Ou primeiro compreendo (o portugues) e depois interpreto (a mensagem)? Depende. Metro news é objetivo. Nao demanda interpretação. A Piauí é por sua vez muito mais interpretativo.

 

MÍDIA TERCIÁRIA

Tempo veloz. Entre o emissor e o receptor. Depois da ciencia texto entra em crise. Texto cansa. Novos suportes precisaram ser desenvolvidos para que a mensagem pudesse se concretizar. Fundamento é a eletricidade. Se o receptor não tem tempo de decifrar o problema é dele. O receptor tenta ludibriar. Criança não tem a capacidade de descodificar mensagem da publicidade então é errado. Criança não consegue filtrar mediar o que chega a ele. Elementos de novidade, inovação e efemeridade. Tempo veloz das imagens tempo de comunicação e interpretação tem de ser rápido. Para provocar no receptor o vínculo tem de ter novidade, inovação e efemeridade.

 

Antes o corpo submetia a imagem. Hoje a imagem submete o corpo. Porque tem de ser magra? A forma tem de ser veloz. A matriz, além do prazer, a novidade tem de gerar consumo. As pessoas são felizes quando consomem. Quem não pode comprar se sente inferiorizado.  

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